Vencedora de 2026 na categoria FinanceClimate Curve Prize: Methane
Reduza o metano de aterro e produza composto rico em nutrientes.
Sua participação demonstra um mecanismo de financiamento escalável para a circularidade e gera evidências que apoiam o Biowaste Financing and Policy Roadmap.
Menos de 1% dos biorresíduos municipais é tratado biologicamente na América Latina. É uma oportunidade incrível de reduzir metano.

Um movimento fundamentado no Biowaste Financing and Policy Roadmap
Antalya · COP31 2026
Escolha o card que acompanha sua ação pela redução de metano e pela circularidade.
Depois de registrada, sua compra estará disponível nos registros públicos da Carrot.

“Resultados reais, mensuráveis, estimados de forma conservadora, adicionais, permanentes, auditáveis de forma independente e transparentes.”
Implementar financiamento em escala exige construir confiança. Depois da compra, convidamos você a se aprofundar e entender como cada crédito é rastreado, verificado e medido. Veja também como seu pagamento é distribuído entre os contribuidores e a Política de Distribuição de Recompensas que o rege.
Esta experiência de compra de créditos foi pensada para mostrar a lideranças corporativas, de políticas públicas e de financiamento as capacidades da plataforma digital de MRV da Carrot para escalar o financiamento de projetos de redução de metano em nível de portfólio. A jornada completa de cada crédito de carbono, da origem à verificação e à emissão, é rastreada digitalmente, assim como a distribuição dos recursos de cada venda aos participantes correspondentes do ecossistema. Isso permite construir confiança entre os participantes em campo e com os compradores de ativos climáticos baseados em resultados. Se o seu objetivo é acelerar a implementação de soluções duradouras de resfriamento climático, fale com o seu contato na Carrot ou escreva para: contact@carrot.eco.
Não por si só. Sua compra aposenta créditos de carbono verificados em sua conta: resíduos orgânicos desviados de aterros, metano reduzido, uma tonelada de CO₂e por crédito. Isso compensa a quantidade que você comprou, não sua pegada inteira. “Carbono neutro” é uma alegação sobre tudo o que você faz, não sobre uma compra: seu significado varia de país para país, e usá-la com responsabilidade exige uma análise completa das suas atividades. Recomendamos não usar o termo.
O biowaste credit stack inclui um Crédito de Carbono (da redução de metano de aterro) e um Crédito de Reciclagem (da compostagem de resíduo orgânico), rastreáveis a uma única unidade de resíduo (MassID), registrada e publicamente acessível no ledger da Carrot. Os recursos de cada compra são distribuídos entre os participantes do projeto e os desenvolvedores da sua infraestrutura de integridade, e a distribuição é exibida depois que a compra é concluída. A redução de metano vale de 3 a 4 vezes o valor do carbono em resfriamento climático de curto prazo (IGSD, Carbon Containment Lab e outros). Sugerimos US$ 30/tCO₂e para o tratamento biológico, um prêmio sobre a captura e o aproveitamento de gás de aterro pelas emissões fugitivas que ele previne e pela mudança sistêmica que financia. A 4 vezes, isso resulta em US$ 120/tCO₂e, abaixo do preço médio do biochar, de US$ 136/tCO₂ (CDR.fyi), para remoção de carbono por pirólise de biomassa. Os créditos de reciclagem acrescentam US$ 33,53 por tonelada de CO₂e, precificados como os co-benefícios gerados por uma metodologia e um modelo de verificação separados. Nossa própria análise, modelada, avalia esses co-benefícios no Brasil em cerca de US$ 100 por tonelada de resíduo orgânico (redução de custos públicos de manejo de resíduos e de saúde, e recicláveis recuperados) e não atribui valor a empregos verdes, carbono no solo ou substituição de fertilizantes químicos. Os créditos de reciclagem são, portanto, precificados com um desconto de cerca de 66%. Juntos, os dois créditos somam US$ 153,53 por tonelada de CO₂e, e o número de créditos de reciclagem que acompanha cada tonelada depende da quantidade e do tipo de resíduo por trás da redução de metano específica (GasID) e é definido após a entrega do pedido. O stack cria uma categoria premium de créditos de metano de resíduos chamada Circularity, lançada com a AlliedOffsets em outubro de 2025 para diferenciá-la da destruição e do aproveitamento de gás de aterro, e apresentada na NY Climate Week 2026. O biowaste credit stack viabiliza não só a redução de metano e a construção de infraestrutura crítica, mas também antecipa políticas de reciclagem e financia a mudança sistêmica rumo à circularidade. É financiamento de carbono catalítico, em que o custo do carbono acaba chegando a zero à medida que outros marcos de política se consolidam: primeiro a responsabilidade estendida do produtor para alimentos (Food EPR), depois a cobrança proporcional ao resíduo que cada gerador descarta. O custo vai diminuir progressivamente com a economia de escala, cumprindo a promessa de gerar economia líquida em nível de sistema na categoria de metano do setor de resíduos (UNEP Global Methane Status Report 2025). Esta é a transição circular.
Adicionalidade. Na América Latina e no Caribe, menos de 1% dos resíduos urbanos é compostado ou tratado por digestão anaeróbia. No Brasil, é cerca de 0,4%. Desviar resíduos orgânicos dos aterros e reciclá-los custa mais do que aterrá-los. A receita dos créditos é necessária para fechar essa diferença. Permanência. O metano que nunca se forma graças à compostagem não pode vazar, escapar nem ser liberado depois. Nada é armazenado, portanto não há reservatório para monitorar nem risco de reversão para cobrir. Vazamento. Cada carga de resíduos orgânicos é rastreada digitalmente da coleta até a unidade de compostagem, dentro de um limite de projeto de até 200 km. A metodologia também aplica premissas conservadoras à forma como o composto final é manejado. Emissões fugitivas. Os resíduos alimentares se decompõem rápido, e boa parte do metano que geram se forma antes de o sistema de coleta de gás do aterro ser instalado. A EPA dos Estados Unidos estima que os aterros sanitários com captura de gás captam apenas ~50% do metano gerado pelos resíduos alimentares ao longo da sua decomposição, e que até 61% nunca é capturado quando a coleta começa no prazo mínimo exigido pela regulação. A captura de gás trata o metano que já está nos aterros. Manter os resíduos orgânicos fora deles interrompe a produção descontrolada de metano na origem e permite que a economia circular como um todo funcione, o que reduz ainda mais as emissões pelo uso mais eficiente dos recursos. A Bureau Veritas validou a metodologia em fevereiro de 2025 e concluiu que ela gera resultados adicionais e permanentes.